Uma parceria promissora para os estudantes de Manacapuru está sendo articulada pelo prefeito Angelus Figueira (PV) e a reitora Márcia Perales, para reativar o Campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) naquele município.
Em reunião realizada na semana passada, na presença do vice-reitor Hedinaldo Lima e do deputado Luiz Castro (PPS), ficou marcada uma visita à cidade, no próximo dia 20, quando a reitora conhecerá a área onde deverá funcionar o Campus.
A retomada das atividades da Ufam em Manacapuru, de acordo com o prefeito Ângelus Figueira, é fundamental para um município em desenvolvimento e para facilitar a vida dos estudantes que hoje fazem a travessia pelo rio Negro para estudar em Manaus. Eles acabam enfrentando transtornos com um percurso que leva 2 horas e 30 minutos.
“Hoje, nós financiamos o transporte dos alunos, mas isso não é produtivo, porque se perde muito tempo, sem contar que é desgastante”, afirmou o prefeito. Ele citou o caso de uma turma de formandos de Enfermagem que trabalham em Manacapuru e estudam em Manaus e têm que enfrentar diariamente a estrada e a travessia pelo rio.
Por dia, 18 ônibus transportam os estudantes, representando um gasto de mais de R$ 80 mil por mês. Angelus Figueira considera que a nova ponte vai facilitar a vida dos estudantes, mas defende a reinstalação do Campus em Manacapuru, que depois de Manaus, é o maior município do Estado e precisa de uma Universidade que ofereça uma nova perspectiva de formação para os jovens.
Angelus lamentou que o Campus e Casa do Estudante de Manacapuru tenham sido abandonados pelas gestões que o sucederam, mas garante que agora esses projetos serão retomados. Para o deputado Luiz Castro, a reativação do Campus em Manacapuru é fundamental para facilitar o acesso dos estudantes da região ao ensino superior.
“Manacapuru é um município pólo, em crescimento, e uma unidade da Ufam reunirá estudantes de Iranduba, Novo Airão, Caapiranga, Beruri, Anamâ e Urucará”, observou o deputado.
sábado, 14 de agosto de 2010
Fim do sufoco dos moradores da rua Tamandaré, na Princesinha
Há três anos, assim que começaram as obras do Prosaminzinho da Liberdade, em Manacapuru, dezenas de famílias da rua Tamandaré, descobriram, horrorizadas, que suas casas estavam sendo engolidas por um verdadeiro pântano.
É que, um erro na concepção do projeto Prosaminzinho, fez com que as águas pluviais ficassem presas embaixo de várias residências, sem ter como e para onde escoar.
A cada chuva, o sufoco dos moradores aumentava, já que a água podre começava a subir até entrar nas residências. O mau cheiro do pantanal, também, era responsável pelo mau humor dos moradores.
Esta semana, o prefeito Angelus Filgueira, resolveu consertar o estrago provocado pelos seus antecessores. Máquinas da prefeitura estão abrindo um canal entre as casas para "secar" o pântano.
Depois que for colocado um novo bueiro e tubos de concreto, o canal vai escoar as águas pluviais até o igarapé da Liberdade, resolvendo, definitivamente, o problema.
O prefeito em exercício, Messias Furtado, esteve inspecionando pessoalmente a obra, na última quinta-feira.
"Existem vários pontos de alagamento iguais a esse, fruto do descaso e da inoperãncia dos administradores públicos que comandaram o município nos últimos cinco anos", disse ele. "A gente vai aproveitar o verão para consertar, o que for possíve e evitar um prejuízo ainda maior para os moradores."
É que, um erro na concepção do projeto Prosaminzinho, fez com que as águas pluviais ficassem presas embaixo de várias residências, sem ter como e para onde escoar.
A cada chuva, o sufoco dos moradores aumentava, já que a água podre começava a subir até entrar nas residências. O mau cheiro do pantanal, também, era responsável pelo mau humor dos moradores.
Esta semana, o prefeito Angelus Filgueira, resolveu consertar o estrago provocado pelos seus antecessores. Máquinas da prefeitura estão abrindo um canal entre as casas para "secar" o pântano.
Depois que for colocado um novo bueiro e tubos de concreto, o canal vai escoar as águas pluviais até o igarapé da Liberdade, resolvendo, definitivamente, o problema.
O prefeito em exercício, Messias Furtado, esteve inspecionando pessoalmente a obra, na última quinta-feira.
"Existem vários pontos de alagamento iguais a esse, fruto do descaso e da inoperãncia dos administradores públicos que comandaram o município nos últimos cinco anos", disse ele. "A gente vai aproveitar o verão para consertar, o que for possíve e evitar um prejuízo ainda maior para os moradores."
Arca das Letras e Territorios Digitais em Manacapuru
A Prefeitura de Manacapuru e o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) acabam de firmar um convênio para implantação dos programas “Arca das Letras” e “Territórios Digitais” no município.
Segundo o secretário municipal de Educação, Ariovaldo Vasconcelos, o programa “Arca das Letras” será implantado em todas as 260 comunidades rurais de Manacapuru, enquanto o programa “Territórios Digitais” será implantado, inicialmente, apenas nas 30 maiores comunidades em número de moradores.
O programa “Arca das Letras” tem como objetivo implantar minibibliotecas nas comunidades rurais. A idéia é simples: pequenas caixas-estantes – verdadeiras “arcas das letras” que comportam cerca de 230 livros – são enviadas às comunidades rurais após consulta aos moradores para se determinar seus interesses e necessidades.
“Fazemos um levantamento de cada comunidade antes da entrega; depois de algum tempo, fazemos uma avaliação de como a arca é utilizada”, relata o sociólogo Lucio Carril, delegado regional do MDA.
O projeto “Territórios Digitais” consiste na implantação de Casas Digitais em escolas agrícolas, sindicatos, assentamentos e comunidades rurais tradicionais. O objetivo é promover a inclusão social e digital.
Cada Casa Digital conta com dez computadores, servidor, impressora, roteador wireless, projetor multimídia (datashow), internet de alta velocidade em banda larga e mobiliário.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Ministério das Comunicações são os responsáveis, respectivamente, pela capacitação dos usuários e pelo fornecimento e instalação dos equipamentos.
Segundo o secretário municipal de Educação, Ariovaldo Vasconcelos, o programa “Arca das Letras” será implantado em todas as 260 comunidades rurais de Manacapuru, enquanto o programa “Territórios Digitais” será implantado, inicialmente, apenas nas 30 maiores comunidades em número de moradores.
O programa “Arca das Letras” tem como objetivo implantar minibibliotecas nas comunidades rurais. A idéia é simples: pequenas caixas-estantes – verdadeiras “arcas das letras” que comportam cerca de 230 livros – são enviadas às comunidades rurais após consulta aos moradores para se determinar seus interesses e necessidades.
“Fazemos um levantamento de cada comunidade antes da entrega; depois de algum tempo, fazemos uma avaliação de como a arca é utilizada”, relata o sociólogo Lucio Carril, delegado regional do MDA.
O projeto “Territórios Digitais” consiste na implantação de Casas Digitais em escolas agrícolas, sindicatos, assentamentos e comunidades rurais tradicionais. O objetivo é promover a inclusão social e digital.
Cada Casa Digital conta com dez computadores, servidor, impressora, roteador wireless, projetor multimídia (datashow), internet de alta velocidade em banda larga e mobiliário.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Ministério das Comunicações são os responsáveis, respectivamente, pela capacitação dos usuários e pelo fornecimento e instalação dos equipamentos.
Figueira inicia resgate da zona rural de Manacapuru
Abandonada nos últimos cinco anos pelos administradores do município, as comunidades rurais de Manacapuru começam a acreditar em um futuro melhor.
Para marcar os 100 dias de sua administração, o prefeito Ângelus Figueira iniciou o trabalho de recuperação viária das vilas do Caviana, Campinas, Repartimento do Tuiué e Sacambu. Todas as ruas destas comunidades estão sendo terraplanadas e recebendo cobertura de concreto.
Para dinamizar a economia no campo, a secretaria municipal de Produção Rural, em parceria com o Idam, entregou esta semana 40 mil alevinos de matrinchã para os produtores da estrada do Laranjal e 200 kg de sementes para cerca de 300 agricultores da Costa do Paratanazinho.
A comunidade N.S. Conceição, no igarapé do Mariano, no Acajatuba, recebeu um tanque de 3 mil m³, uma reivindicação de mais de três anos.
O ramal do Arapapá, na Bela Vista, está sendo terraplanado para receber asfaltamento, o que vai facilitar o escoamento da produção agrícola de mais de 500 famílias. Na Costa do Marrecão ocorreu o reflorestamento de 1.500 pés de Samaúma, uma árvore nativa que estava praticamente desaparecida da região.
“Nós já fizemos cerca de 10 reuniões com os produtores rurais para escutar suas demandas e estamos dando prioridade para atender às necessidades mais urgentes”, explica o secretário de Produção Rural Gerson D’Angelo.
Em três meses, o secretário calcula já ter atendido satisfatoriamente mais de 600 agricultores.
Para marcar os 100 dias de sua administração, o prefeito Ângelus Figueira iniciou o trabalho de recuperação viária das vilas do Caviana, Campinas, Repartimento do Tuiué e Sacambu. Todas as ruas destas comunidades estão sendo terraplanadas e recebendo cobertura de concreto.
Para dinamizar a economia no campo, a secretaria municipal de Produção Rural, em parceria com o Idam, entregou esta semana 40 mil alevinos de matrinchã para os produtores da estrada do Laranjal e 200 kg de sementes para cerca de 300 agricultores da Costa do Paratanazinho.
A comunidade N.S. Conceição, no igarapé do Mariano, no Acajatuba, recebeu um tanque de 3 mil m³, uma reivindicação de mais de três anos.
O ramal do Arapapá, na Bela Vista, está sendo terraplanado para receber asfaltamento, o que vai facilitar o escoamento da produção agrícola de mais de 500 famílias. Na Costa do Marrecão ocorreu o reflorestamento de 1.500 pés de Samaúma, uma árvore nativa que estava praticamente desaparecida da região.
“Nós já fizemos cerca de 10 reuniões com os produtores rurais para escutar suas demandas e estamos dando prioridade para atender às necessidades mais urgentes”, explica o secretário de Produção Rural Gerson D’Angelo.
Em três meses, o secretário calcula já ter atendido satisfatoriamente mais de 600 agricultores.
Boulevard Pedro Rattes recebe asfalto novo depois de 12 anos
Foi preciso o prefeito Angelus Figueira voltar a comandar Manacapuru, para que a principal avenida da “Princesinha”, recebesse uma nova camada asfáltica.
O Boulevard Pedro Rattes foi totalmente recapeado nos seus 3,5 km de extensão, melhorando a segurança e a trafegabilidade do centro da cidade.
A última vez que isto havia acontecido foi em 1998, quando Angelus Figueira também era prefeito do município, tendo, inclusive, realizado a duplicação do referido boulevard. Segundo o secretário de Obras, engenheiro Gerocilio Simões, todas as ruas transversais do centro, também, já foram recapeadas.
“O recapeamento completo das vias do centro difere da Operação Tapa Buraco realizada nos bairros, que consiste na manutenção corretiva, apenas dos trechos danificados das pistas”, explica o engenheiro.
Em três meses, Manacapuru já consumiu 2.200 toneladas de asfalto, incluindo as obras de recapeamento e os consertos dos buracos nas ruas. A Operação Tapa Buraco já executou 35 km de reparos da malha viária dentro da cidade e, atualmente, está com uma equipe de 60 pessoas trabalhando nos bairros da Liberdade, Biri-Biri e Aparecida.
Além do conserto dos trechos danificados das pistas, a equipe de trabalhadores está realizando reparos na rede de drenagem, fazendo limpeza e desobstrução de bocas-de-lobo e de galerias pluviais.
“As ruas estavam tão abandonadas e destruídas que, somente agora, conseguimos dar conta de 40% dos problemas identificados”, explica Ricardo Coutinho, responsável pela Operação Tapa Buraco.
Ele calcula que até o final do ano, todas as ruas da cidade estarão recuperadas. “Nós queremos fazer, em seis meses, o que não foi feito em seis anos”, diz ele.
O Boulevard Pedro Rattes foi totalmente recapeado nos seus 3,5 km de extensão, melhorando a segurança e a trafegabilidade do centro da cidade.
A última vez que isto havia acontecido foi em 1998, quando Angelus Figueira também era prefeito do município, tendo, inclusive, realizado a duplicação do referido boulevard. Segundo o secretário de Obras, engenheiro Gerocilio Simões, todas as ruas transversais do centro, também, já foram recapeadas.
“O recapeamento completo das vias do centro difere da Operação Tapa Buraco realizada nos bairros, que consiste na manutenção corretiva, apenas dos trechos danificados das pistas”, explica o engenheiro.
Em três meses, Manacapuru já consumiu 2.200 toneladas de asfalto, incluindo as obras de recapeamento e os consertos dos buracos nas ruas. A Operação Tapa Buraco já executou 35 km de reparos da malha viária dentro da cidade e, atualmente, está com uma equipe de 60 pessoas trabalhando nos bairros da Liberdade, Biri-Biri e Aparecida.
Além do conserto dos trechos danificados das pistas, a equipe de trabalhadores está realizando reparos na rede de drenagem, fazendo limpeza e desobstrução de bocas-de-lobo e de galerias pluviais.
“As ruas estavam tão abandonadas e destruídas que, somente agora, conseguimos dar conta de 40% dos problemas identificados”, explica Ricardo Coutinho, responsável pela Operação Tapa Buraco.
Ele calcula que até o final do ano, todas as ruas da cidade estarão recuperadas. “Nós queremos fazer, em seis meses, o que não foi feito em seis anos”, diz ele.
Boulevard Pedro Rattes recebe asfalto novo depois de 12 anos
Foi preciso o prefeito Angelus Figueira voltar a comandar Manacapuru, para que a principal avenida da “Princesinha”, recebesse uma nova camada asfáltica.
O Boulevard Pedro Rattes foi totalmente recapeado nos seus 3,5 km de extensão, melhorando a segurança e a trafegabilidade do centro da cidade.
A última vez que isto havia acontecido foi em 1998, quando Angelus Figueira também era prefeito do município, tendo, inclusive, realizado a duplicação do referido boulevard. Segundo o secretário de Obras, engenheiro Gerocilio Simões, todas as ruas transversais do centro, também, já foram recapeadas.
“O recapeamento completo das vias do centro difere da Operação Tapa Buraco realizada nos bairros, que consiste na manutenção corretiva, apenas dos trechos danificados das pistas”, explica o engenheiro.
Em três meses, Manacapuru já consumiu 2.200 toneladas de asfalto, incluindo as obras de recapeamento e os consertos dos buracos nas ruas. A Operação Tapa Buraco já executou 35 km de reparos da malha viária dentro da cidade e, atualmente, está com uma equipe de 60 pessoas trabalhando nos bairros da Liberdade, Biri-Biri e Aparecida.
Além do conserto dos trechos danificados das pistas, a equipe de trabalhadores está realizando reparos na rede de drenagem, fazendo limpeza e desobstrução de bocas-de-lobo e de galerias pluviais.
“As ruas estavam tão abandonadas e destruídas que, somente agora, conseguimos dar conta de 40% dos problemas identificados”, explica Ricardo Coutinho, responsável pela Operação Tapa Buraco.
Ele calcula que até o final do ano, todas as ruas da cidade estarão recuperadas. “Nós queremos fazer, em seis meses, o que não foi feito em seis anos”, diz ele.
O Boulevard Pedro Rattes foi totalmente recapeado nos seus 3,5 km de extensão, melhorando a segurança e a trafegabilidade do centro da cidade.
A última vez que isto havia acontecido foi em 1998, quando Angelus Figueira também era prefeito do município, tendo, inclusive, realizado a duplicação do referido boulevard. Segundo o secretário de Obras, engenheiro Gerocilio Simões, todas as ruas transversais do centro, também, já foram recapeadas.
“O recapeamento completo das vias do centro difere da Operação Tapa Buraco realizada nos bairros, que consiste na manutenção corretiva, apenas dos trechos danificados das pistas”, explica o engenheiro.
Em três meses, Manacapuru já consumiu 2.200 toneladas de asfalto, incluindo as obras de recapeamento e os consertos dos buracos nas ruas. A Operação Tapa Buraco já executou 35 km de reparos da malha viária dentro da cidade e, atualmente, está com uma equipe de 60 pessoas trabalhando nos bairros da Liberdade, Biri-Biri e Aparecida.
Além do conserto dos trechos danificados das pistas, a equipe de trabalhadores está realizando reparos na rede de drenagem, fazendo limpeza e desobstrução de bocas-de-lobo e de galerias pluviais.
“As ruas estavam tão abandonadas e destruídas que, somente agora, conseguimos dar conta de 40% dos problemas identificados”, explica Ricardo Coutinho, responsável pela Operação Tapa Buraco.
Ele calcula que até o final do ano, todas as ruas da cidade estarão recuperadas. “Nós queremos fazer, em seis meses, o que não foi feito em seis anos”, diz ele.
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